ESTÁ SENDO DESENVOLVIDA A PRIMEIRA ROTA INTERNACIONAL DO VINHO, QUE INTERLIGA PORTUGAL E ESPANHA

O Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial (AECT) Duero-Douro deu inicio a criação da primeira Rota Internacional do Vinho (RIV) que junta Portugal e Espanha, este projeto tem escala europeia, com o propósito de promover o território transfronteiriço.

Para marcar o inicio, foi realizado no passado dia 18 de maio um CONCURSO DE DESENHO PARA A CRIAÇÃO DE LOGOTIPO, que será a imagem de marca da nova rota enoturística e que esteve a cargo de 25 jovens criativos pré-selecionados oriundos de Portugal e Espanha, reunidos numa jornada de trabalho, em Torre de Moncorvo, no distrito de Bragança.

«A apresentação do logótipo da rota põe em marcha um apaixonante itinerário que enche de atividades a raia e a unifica através do turismo e da gastronomia para guiar e envolver todos os interessados num território de surpreendentes paisagens e excelentes vinhos como é a fronteira do Douro Internacional», salientou à Lusa o diretor geral do AECT Duero-Douro, José Luís Pascual.

Trata-se de um «projeto piloto» para que se constitua um motor de desenvolvimento dos territórios de baixa densidade populacional do interior peninsular.

A RIV agrega 213 localidades de ambos os lados da fronteira, promovendo o vinho, a gastronomia e a paisagem como fatores de desenvolvimento económico.

«Começámos este projeto precisamente através da criatividade dos mais jovens do nosso território, que elaboraram aquilo que vai ser o grande símbolo deste no projeto, que se iniciou na zona de fronteira e que agora será divulgado a nível internacional para a promoção da RIV», explicou o responsável.

A RIV será, na zona transfronteiriça um instrumento com capacidade de atrair turistas a um território onde se produzem vinhos de referência, como é caso do Douro Superior ou as províncias espanholas de Zamora e Salamanca.

«Estes territórios, apesar de todo o seu potencial ecoturístico, ainda não estão bem explorados, mas têm um grande potencial”, comentou José Luís Pascual.

Escrito por Diário de Tras os Montes e editado na AECT Duero-Douro.

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